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Através de sua cultura, as crianças aprendem quais são os comportamentos e os temperamentos que são valorizados ou desencorajados.

Por exemplo, a independência e a autoestima são valorizadas em algumas culturas, enquanto que outras favorecem a interdependência e os vínculos próximos. A tendência universal faz com que seja dada preferência às crianças com um temperamento pró-social e não agressivo, em relação às outras crianças. 

Os educadores da primeira infância deveriam receber treinamento para entender e integrar as orientações culturais às suas aulas. Os programas de intervenção deveriam ser sempre flexíveis o suficiente para se adaptar à cultura da família e para ajudá-la a, progressivamente, incluir esses programas em suas vidas.