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A licença maternidade dá às mães o tempo de se restabelecer do parto e de se adaptar às novas demandas acarretadas pelos cuidados de um bebê.

Uma licença maternidade mais longa favorece a amamentação prolongada e o estabelecimento de um vínculo mais forte entre a mãe e a criança que, por sua vez, torna a mãe mais confiante quanto às suas habilidades maternais e menos ansiosa para retornar ao trabalho. 

As crianças parecem sofrer com o retorno precoce ao trabalho de sua mãe. As crianças cuja mãe retorna ao trabalho no período de menos de 12 semanas após o nascimento são menos propensas a receber um acompanhamento médico regular, de serem amamentadas e de ter recebido todas suas vacinas aos 18 meses. As crianças cuja mãe trabalha durante seu primeiro ano de vida têm um desempenho pior ao realizar testes cognitivos e têm mais problemas comportamentais. 

Esses resultados testemunham a importância da manutenção e da melhoria das políticas governamentais e do mercado de trabalho em relação à licença maternidade.