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À medida que cada vez mais crianças nascem através da utilização de tecnologias de reprodução assistida, surgem as preocupações quanto à sua saúde mental.

Os resultados das pesquisas disponíveis atualmente sobre esse assunto são tranquilizadores, pois as crianças nascidas de fecundação in vitro parecem se desenvolver psicológica, social e emocionalmente no mesmo ritmo das crianças concebidas de forma natural. O índice de problemas cognitivos, afetivos e comportamentais também não apresenta diferenças entre os dois grupos de crianças.  

Por outro lado, os pais que recorreram à fecundação in vitro, poderiam ser mais ansiosos e super protetores em relação ao seu filho durante o período após o nascimento. Entretanto, isso não parece afetar o vínculo que se forma entre os pais e as crianças e poderia simplesmente refletir o percurso não usual seguido pelos pais entre a infertilidade e a paternidade.