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Todos os anos, 600 mil crianças na América do Norte são expostas à fumaça de cigarro antes do nascimento. Os efeitos nefastos dessa exposição ao tabagismo incluem um risco maior de aborto espontâneo, nascimento prematuro, síndrome da morte súbita do bebê, baixo peso ou tamanho menor do bebê no nascimento, problemas respiratórios, obesidade, assim como uma associação a problemas de comportamento (por exemplo, oposicionalidade, problemas de conduta e impulsividade). 

Embora muitas mulheres cessem de fumar quando descobrem que estão grávidas,  aproximadamente 50% delas não interrompem essa prática. Muitas delas são mães adolescentes ou de baixa renda. Mesmo que elas parem de fumar durante a gravidez, muitas mães recomeçam a fazê-lo após o nascimento de seu filho, o que leva a problemas de saúde posteriores para a mãe e a criança. 

É claro que serão necessários mais programas de sensibilização e de abandono do tabagismo para as jovens mães que fumam, especialmente aquelas em situação mais vulnerável